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VU FILMES

A VU tem uma trajetória extensa na produção de projetos audiovisuais, com atividades nesse campo desde 2005. 

 

Destacou-se em 2023 com "Vento na Fronteira", documentário no qual atuou como produtora majoritária. O filme foi pré-selecionado para o Oscar de Melhor Documentário de Longa-Metragem e recebeu importantes premiações internacionais, como o prêmio do Júri no festival Hot Docs, no Canadá, e o prêmio de Melhor Documentário Internacional no festival de Durban, o maior e mais longevo do continente africano. 

 

Em 2022, lançou a série "A Memória Perigosa: O Direito Indígena e a Ditadura Militar", com seis episódios de 26 minutos, que investiga as violações de direitos cometidas pelo Estado brasileiro contra populações de diferentes etnias durante a ditadura militar (1964-1985). Estima-se que mais de 8.300 indígenas foram mortos nesse período. 

 

Outros projetos incluem os documentários "Povos Indígenas e a Ditadura Militar", contemplado pelo edital do programa Sala de Notícias, da TV Futura, em 2015, e "Vlado e Birri - Encontros", sobre a relação do jornalista Vladimir Herzog com o cinema latino-americano, uma parceria com o Instituto Vladimir Herzog. 

 

Produziu, em 2005, ainda sob o nome de Zoi Filmes, o documentário "Operação Cavalo de Tróia", exibido no 15° Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade (2005), Fórum Social Mundial de Porto Alegre (2005), 15° Videobrasil (2005, São Paulo), FILE Cuba (2006, Cuba), FILE (2005, São Paulo), 28° Bienal de São Paulo (2008, São Paulo), entre outros.

 

Além dos documentários, a VU se destaca na produção de mostras de cinema, como "Jogo da Verdade - os documentários de Peter Watkins" (2012), "Política de Gênero - O Cinema Norte-Americano dos anos 70" (2010), "O Cinema Contemporâneo Japonês de Nobuhiro Suwa" (2010), e "O Cinema de Maya Deren" (2009).

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